
A camada física que define a circulação do valor digital na América Latina
15 de setembro
Online: das 9h às 18h GMT-3
Presencial: Montevidéu, Uruguai

Agenda preliminar
9:00:9:30:
Credenciamento (presencial)
9:30-9:35:
Editorial de abertura (início da transmissão)
Posicionar-se no sistema, não apenas implantar infraestrutura
A infraestrutura deixou de ser apenas um suporte técnico: hoje, ela define onde o valor digital é criado, circula e capturado na América Latina. Em um mercado cada vez mais concentrado, o valor não está mais apenas na implantação de capacidade, mas em ocupar um lugar estratégico dentro do sistema regional de conectividade.
Mariana Rodríguez Zani, CEO, Grupo Convergencia.
9:35-09:45:
Keynote. Patrocinador anfitrião: Antel
Laura Saldanha, gerente geral.
9:45-09:55:
Apresentação. O novo Mapa das Operadoras na América Latina como sistema de criação de valor digital
Novos corredores submarinos, concentração em hubs regionais e expansão das redes de backbone terrestres redefinem a geografia real da conectividade na região.
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O que muda com o SAC-2, o CSN-1, o Firmina, o Humboldt e os novos corredores terrestres intra-LATAM?
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Quais hubs regionais estão captando tráfego e quais estão perdendo relevância?
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Quais áreas continuam dependendo de poucos corredores físicos?
Danila Curotto, diretora editorial, Grupo Convergencia.
9:55-10:25:
Painel 1. Quem realmente controla o presente e o futuro das redes de comunicação?
Hyperscalers, operadoras e novos atores de infraestrutura disputam o controle das rotas, do tráfego e da interconexão em um sistema cada vez mais concentrado. À medida que cresce a demanda por infraestrutura pronta para IA, muda o equilíbrio entre aqueles que financiam, projetam e operam as redes submarinas e terrestres na América Latina.
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As operadoras continuam definindo as rotas ou, cada vez mais, executam decisões tomadas por hyperscalers e grandes geradores de tráfego?
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O que muda quando os novos corredores são projetados com foco em IA, edge regional e data centers?
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Se o tráfego cresce, mas mais lentamente, e os preços continuam caindo, onde está o negócio?
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O que significa hoje controlar o tráfego, a capacidade e a interconexão na América Latina?
Pedro Carballeira García, Desenvolvimento de Negócios Internacionais, Telconet Latam.
Matias Sanchez, gerente comercial da Ufinet Chile.
Mauro Contardi, diretor de Estratégia e Inovação da Trans Americas Fiber.
Moderador: Marcelo Erlich, vice-gerente geral de Relações Internacionais da Antel.
10:25-10:35:
Apresentação dos Serviços do Data Center da Antel
Silvia Rocco, Engenheira Especialista em Pré-venda de Data Center, Antel.
10:35-11:05:
Painel 2. Data centers: Quando a computação redefine a rede
A pressão sobre o desenvolvimento de data centers para um mundo “IA First” está mudando a forma como as rotas são projetadas, onde a capacidade é implantada e quais corredores se tornam estratégicos.
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As novas redes já são projetadas para cargas de IA?
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Como o mapa das operadoras muda quando a rede começa a funcionar como uma extensão da computação?
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Qual será o impacto dos clusters de GPU e da inferência distribuída nas rotas regionais?
Juan Martín Bordoy, gerente de vendas da SOLA, Vertiv.
Stephanie Castro, gerente de Projetos Digitais, Desenvolvimento Nacional, Chile.
Rodrigo Patiño, engenheiro e desenvolvedor de Big Data, Antel.
Moderadora: Mariana Rodríguez Zani, CEO, Grupo Convergencia.
11:05-11:20:
Workshop - Liberty Networks
A próxima geração de conectividade regional: MAYA-1.2, MANTA e a visão da Liberty Networks sobre infraestrutura digital
Axael Arteaga Fragachán, diretor sênior de vendas no atacado da Liberty Networks.
11:20-11:40:
Pausa para o café e networking
11:40- 11:55:
Workshop - Antel
Impulsionando a expansão comercial do Grupo Antel na região
Fernando López, gerente da filial da Antel Brasil.
Federico Lozano, gerente da filial da Antel Argentina.
11:55-12:10:
Painel 3. O tráfego já determina as rotas
IXPs, CDNs, edge regional e plataformas de interconexão programável redefinem os fluxos de tráfego entre a América do Sul, o México, a América Central e o Caribe.
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Qual será o papel dos IXPs no contexto de uma infraestrutura de borda regional?
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Como o negócio atacadista se transforma quando as decisões começam a ser automatizadas?
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Quais corredores regionais estão crescendo mais rapidamente em termos de consumo de conteúdo e nuvem?
Salvador Bertenbreiter, fundador e CEO da PIT.
Ariel Graizer, presidente da Câmara Argentina da Internet (Cabase) (Online).
Moderador: Basilio Rodríguez Pérez, presidente, LAC-ISP – Federación de Asociaciones y Cámaras de Proveedores de Internet de América Latina y el Caribe.
12:10-12:25:
Workshop - Silica Networks
Horacio Martínez, CEO.
12:25-13:00:
Painel 4: O problema não é o cabo, é a saída
A expansão da capacidade submarina esbarra em corredores terrestres saturados, na falta de diversidade de rotas e na dependência de poucos pontos críticos de interconexão.
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Onde estão hoje os maiores gargalos terrestres?
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O que acontece quando toda a capacidade acaba passando pelos mesmos corredores?
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Quais regiões ainda apresentam baixa diversidade física de rotas?
Horacio Martínez, CEO da Silica Networks.
Diego Valle Lisboa, gerente da Divisão Internacional da Antel.
Guilherme Vieira, Diretor de Receitas (CRO) da Conecta Infra.
Franklin Ferrer, gerente de Hiperescaladores e Programa de Parceiros Internacionais da Ufinet.
Moderador: Aristóteles Dantas, diretor jurídico da Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações (Abrint).
13:00-14:00: Almoço e networking
Vídeo de apoio institucional: Associação Argentina de Direito das Telecomunicações (AADT)
14:00-14:10:
Palestrante convidado. UIT: “Resiliência dos cabos submarinos: do risco à ação”
Andrés Fígoli Pacheco, gerente de Projetos, Unión Internacional de Telecomunicaciones (UIT).
14:10-14:25:
Workshop Cirion Technologies
Conectividade de nível de operadora: O papel do ASN3356 na infraestrutura de atacado da América Latina
Darío Zatti, Gerente-chefe de Produto.
14:25-14:50:
Painel 5. O mercado atacadista entra na era da programabilidade
A automação, a interconexão programável e os modelos de Network-as-a-Service (NaaS) prometem novos caminhos para reverter a comoditização da venda de capacidade. Novos atores digitais buscam gerar valor por meio de APIs, flexibilidade operacional, integração e serviços dinâmicos.
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Como o negócio de atacado evolui quando a simples venda de capacidade já não é suficiente?
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Que valor a automação, as APIs e a interconexão programável começam a gerar?
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Que papel os modelos NaaS ocuparão na evolução do negócio das operadoras regionais?
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O futuro do atacado estará mais próximo da infraestrutura física ou das plataformas de serviços?
Mauro Contardi, diretor de Estratégia e Inovação da Trans Americas Fiber.
Andrés Cáceres, diretor de Desenvolvimento e Capacitação de Produtos da Cirion.
Moderador: Carlos Martinez, Estrategista-Chefe de Tecnologia (CTS) do LACNIC.
14:50-15:20:
Painel 6. A resiliência tornou-se uma prioridade
Interrupções submarinas, vulnerabilidade climática e redundância insuficiente expõem os limites físicos do sistema regional de conectividade.
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A América Latina está preparada para interrupções simultâneas na infraestrutura crítica?
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Que impacto eventos climáticos extremos podem ter sobre o sistema regional?
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Quais rotas precisam urgentemente de redundância e diversificação?
Adalis Montiel, diretora comercial da Telecomunicaciones Gran Caribe (TGC).
Carlos Martinez, Chief Technology Strategist (CTS), LACNIC.
Horacio Manfredo, diretor de Desenvolvimento de Negócios no Setor Atacadista da Liberty Networks.
Moderador: Pedro Haliska, Executivo de Operações Estratégicas, Grupo Datco.
15:20-15:30:
Apresentação inicial: Pablo Álvarez, vice-presidente da Antel.
15:30-16:00:
Painel 7: Rotas, hubs e soberania digital
A América do Sul, o México, a América Central e o Caribe competem para atrair tráfego, data centers e interconexão. Novos corredores intra-LATAM e rotas alternativas de integração regional abrem oportunidades estratégicas, mas também trazem novos desafios em termos de investimento e dependência.
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Quais hubs regionais estão ganhando relevância: Fortaleza, Querétaro, Santiago, Montevidéu, Panamá?
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Quais corredores intra-LATAM poderiam crescer sem passar pelos Estados Unidos?
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Quais regiões continuam dependendo de poucos pontos de saída internacionais?
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Quais projetos poderiam redefinir a integração digital da América Latina e do Caribe nos próximos cinco anos?
Vincent Gatineau, vice-presidente sênior de Desenvolvimento de Infraestrutura Submarina, EllaLink.
Pedro Carballeira García, Desenvolvimento de Negócios Internacionais, Telconet Latam.
Alexis Spittle, gerente de contas da Telxius.
Moderadora: Danila Curotto, diretora editorial do Grupo Convergencia.
16:00-16:20:
Pausa para o café e networking
16:20-16:35:
Palestrante convidada: Desarrollo País Chile
Da conectividade à computação: a nova infraestrutura digital do Cone Sul
Stephanie Castro, gerente de Projetos Digitais, Desenvolvimento Nacional, Chile.
16:35-16:50:
Apresentação especial – Padtec
Alessandra Karine, diretora global de vendas da Padtec.
Pablo Prieto, projetos especiais da Padtec.
16:50-17:00:
Palestrante convidado. BID: A oportunidade dos centros de dados na América Latina e no Caribe
Enrique Iglesias Rodriguez, especialista em telecomunicações, Divisão de Conectividade,
Mercados e Finanças do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).
17:00-17:20:
Painel 8. A energia será o próximo gargalo da infraestrutura digital?
A expansão dos data centers, dos clusters de IA e da infraestrutura digital está transferindo parte da pressão da conectividade para a disponibilidade energética. Nesse cenário, o acesso à energia renovável, à capacidade elétrica e às redes de transmissão começa a se tornar uma vantagem competitiva para os novos hubs digitais da América Latina.
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A disponibilidade de energia condicionará mais o crescimento digital do que a conectividade?
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Quais mercados regionais estão melhor posicionados em termos de acesso à energia renovável e capacidade instalada?
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Como a IA e os hyperscalers afetam a demanda regional por energia?
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A futura competição entre centros digitais será também uma competição por energia?
Rogerio A. R. Moura, executivo de Vendas Internacionais da Eletronet.
Luis García, gerente geral da UTE Uruguai.
Norberto Diez, diretor regional de Gestão de Energia e Capacidade Estratégica da Cirion Data Centers.
Moderador: Fernando Garay, Gerente de Contas-Chave para a Argentina e Uruguai, Vertiv.
17:20-17.30: Encerramento editorial e desafios para 2027
17:30-19:30: Coquetel e Networking
Conheça os palestrantes do evento

O que é o Carriers Map Day?
O Carriers Map Day Latin America 2026 reúne os principais atores da conectividade regional para analisar o sistema físico que redefine o tráfego digital na América Latina.
Tendo o Mapa de Operadoras da Convergencialatina como elemento central, o evento apresenta uma interpretação da infraestrutura digital na América Latina a partir de uma visão centrada nas operadoras, na qual estas se posicionam como a camada estruturante dentro de um sistema mais amplo que integra rotas terrestres e submarinas, data centers, hyperscalers e energia, que se reconfiguram no cenário da infraestrutura IA-Native.
No dia 15 de setembro, na Sala Idea Vilariño do Complexo Torre das Telecomunicações, em Montevidéu, o evento será realizado em um formato híbrido exclusivo: um encontro presencial concebido como um espaço de intercâmbio estratégico entre altos executivos de patrocinadores e convidados VIP, além de acesso online via streaming para toda a região.
Mais do que um evento, o Carriers Map Day é a única plataforma com uma visão centrada nas operadoras do negócio de conectividade regional, para que as empresas participem da conversa que define a evolução da conectividade na América Latina.









































