
A camada física que define a circulação do valor digital na América Latina
15 de setembro
Online: das 9h às 18h GMT-3
Presencial: Montevidéu, Uruguai

O que é o Carriers Map Day?
O Carriers Map Day Latin America 2026 reúne os principais atores da conectividade regional para analisar o sistema físico que redefine o tráfego digital na América Latina.
Tendo o Mapa de Operadoras da Convergencialatina como elemento central, o evento apresenta uma interpretação da infraestrutura digital na América Latina a partir de uma visão centrada nas operadoras, na qual estas se posicionam como a camada estruturante dentro de um sistema mais amplo que integra rotas terrestres e submarinas, data centers, hyperscalers e energia, que se reconfiguram no cenário da infraestrutura IA-Native.
No dia 15 de setembro, na Sala Idea Vilariño do Complexo Torre das Telecomunicações, em Montevidéu, o evento será realizado em um formato híbrido exclusivo: um encontro presencial concebido como um espaço de intercâmbio estratégico entre altos executivos de patrocinadores e convidados VIP, além de acesso online via streaming para toda a região.
Mais do que um evento, o Carriers Map Day é a única plataforma com uma visão centrada nas operadoras do negócio de conectividade regional, para que as empresas participem da conversa que define a evolução da conectividade na América Latina.
Escolhi como viver o Carriers Map Day

Agenda preliminar
9:00:9:30:
Credenciamento (presencial)
9:30-9:35:
Editorial de abertura (início da transmissão)
Posicionar-se no sistema, não apenas implantar infraestrutura
A infraestrutura deixou de ser apenas um suporte técnico: hoje, ela define onde o valor digital é criado, circula e capturado na América Latina. Em um mercado cada vez mais concentrado, o valor não está mais apenas na implantação de capacidade, mas em ocupar um lugar estratégico dentro do sistema regional de conectividade.
Mariana Rodríguez Zani, CEO, Grupo Convergencia.
9:35-09:45:
Keynote. Patrocinador anfitrião: Antel
9:45-09:55:
Apresentação. O novo Mapa das Operadoras na América Latina como sistema de criação de valor digital
Novos corredores submarinos, concentração em hubs regionais e expansão das redes de backbone terrestres redefinem a geografia real da conectividade na região.
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O que muda com o SAC-2, o CSN-1, o Firmina, o Humboldt e os novos corredores terrestres intra-LATAM?
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Quais hubs regionais estão captando tráfego e quais estão perdendo relevância?
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Quais áreas continuam dependendo de poucos corredores físicos?
Danila Curotto, diretora editorial, Grupo Convergencia.
9:55-10:25:
Painel 1. Quem realmente controla o presente e o futuro das redes de comunicação?
Hyperscalers, operadoras e novos atores de infraestrutura disputam o controle das rotas, do tráfego e da interconexão em um sistema cada vez mais concentrado. À medida que cresce a demanda por infraestrutura pronta para IA, muda o equilíbrio entre aqueles que financiam, projetam e operam as redes submarinas e terrestres na América Latina.
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As operadoras continuam definindo as rotas ou, cada vez mais, executam decisões tomadas por hyperscalers e grandes geradores de tráfego?
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O que muda quando os novos corredores são projetados com foco em IA, edge regional e data centers?
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Se o tráfego cresce, mas mais lentamente, e os preços continuam caindo, onde está o negócio?
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O que significa hoje controlar o tráfego, a capacidade e a interconexão na América Latina?
Pedro Carballeira García, Desenvolvimento de Negócios Internacionais, Telconet Latam.
10:25-10:40:
Keynote. Patrocinador Diamante
10:40-11:10:
Painel 2. Data centers: Quando a computação redefine a rede
A pressão sobre o desenvolvimento de data centers para um mundo “IA First” está mudando a forma como as rotas são projetadas, onde a capacidade é implantada e quais corredores se tornam estratégicos.
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As novas redes já são projetadas para cargas de IA?
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Como o mapa das operadoras muda quando a rede começa a funcionar como uma extensão da computação?
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Qual será o impacto dos clusters de GPU e da inferência distribuída nas rotas regionais?
Juan Martín Bordoy, gerente de vendas da SOLA, Vertiv.
11:10-11:25:
Workshop - Liberty Networks
11:25-11:45:
Pausa para o café e networking
11:45-12:15:
Painel 3. O tráfego já determina as rotas
IXPs, CDNs, edge regional e plataformas de interconexão programável redefinem os fluxos de tráfego entre a América do Sul, o México, a América Central e o Caribe.
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Qual será o papel dos IXPs no contexto de uma infraestrutura de borda regional?
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Como o negócio atacadista se transforma quando as decisões começam a ser automatizadas?
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Quais corredores regionais estão crescendo mais rapidamente em termos de consumo de conteúdo e nuvem?
Salvador Bertenbreiter, fundador e CEO da PIT.
12:15- 12:30:
Workshop. Patrocinador 2
12:30-13:00:
Painel 4: O problema não é o cabo, é a saída
A expansão da capacidade submarina esbarra em corredores terrestres saturados, na falta de diversidade de rotas e na dependência de poucos pontos críticos de interconexão.
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Onde estão hoje os maiores gargalos terrestres?
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O que acontece quando toda a capacidade acaba passando pelos mesmos corredores?
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Quais regiões ainda apresentam baixa diversidade física de rotas?
Adriano Schulz, CEO, IXMetro-PowerHost.
13:00-14:00: Almoço e networking
Vídeo de apoio institucional: Associação Argentina de Direito das Telecomunicações (AADT)
14:00-14:15:
Palestrante convidado. Perspectivas do mercado
14:15-14:30:
Keynote. Patrocinador Rubí
14:30-15:00:
Painel 5. O mercado atacadista entra na era da programabilidade
A automação, a interconexão programável e os modelos de Network-as-a-Service (NaaS) prometem novos caminhos para reverter a comoditização da venda de capacidade. Novos atores digitais buscam gerar valor por meio de APIs, flexibilidade operacional, integração e serviços dinâmicos.
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Como o negócio de atacado evolui quando a simples venda de capacidade já não é suficiente?
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Que valor a automação, as APIs e a interconexão programável começam a gerar?
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Que papel os modelos NaaS ocuparão na evolução do negócio das operadoras regionais?
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O futuro do atacado estará mais próximo da infraestrutura física ou das plataformas de serviços?
15:00-15:15:
Workshop. Patrocinador 3
15:15-15:45:
Painel 6. A resiliência tornou-se uma prioridade
Interrupções submarinas, vulnerabilidade climática e redundância insuficiente expõem os limites físicos do sistema regional de conectividade.
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A América Latina está preparada para interrupções simultâneas na infraestrutura crítica?
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Que impacto eventos climáticos extremos podem ter sobre o sistema regional?
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Quais rotas precisam urgentemente de redundância e diversificação?
Adalis Montiel, diretora comercial da Telecomunicaciones Gran Caribe (TGC).
15:45-16:00:
Workshop. Patrocinador 4
16:00-16:30:
Painel 7: Rotas, hubs e soberania digital
A América do Sul, o México, a América Central e o Caribe competem para atrair tráfego, data centers e interconexão. Novos corredores intra-LATAM e rotas alternativas de integração regional abrem oportunidades estratégicas, mas também trazem novos desafios em termos de investimento e dependência.
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Quais hubs regionais estão ganhando relevância: Fortaleza, Querétaro, Santiago, Montevidéu, Panamá?
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Quais corredores intra-LATAM poderiam crescer sem passar pelos Estados Unidos?
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Quais regiões continuam dependendo de poucos pontos de saída internacionais?
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Quais projetos poderiam redefinir a integração digital da América Latina e do Caribe nos próximos cinco anos?
Vincent Gatineau, vice-presidente sênior de Desenvolvimento de Infraestrutura Submarina, EllaLink.
Pedro Carballeira García, Desenvolvimento de Negócios Internacionais, Telconet Latam.
16:30-16:45:
Workshop. Patrocinador 5
16:45-17:15:
Painel 8: A tecnologia que possibilita o próximo sistema
Capacidade, transmissão e interconexão estão definindo os limites físicos do crescimento digital e condicionando as próximas decisões sobre infraestrutura regional.
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Quais tecnologias permitirão multiplicar a capacidade sem redesenhar completamente as rotas?
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Como a rede se prepara para um tráfego mais interativo, distribuído e sensível à latência?
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Se a IA ainda não se expandiu massivamente no tráfego usuário-rede, mas já está alterando o planejamento de capacidade, quais investimentos convém antecipar?
17:15-17:30:
Workshop. Patrocinador 6
17:30-17:55:
Painel 9. A energia será o próximo gargalo da infraestrutura digital?
A expansão dos data centers, dos clusters de IA e da infraestrutura digital está transferindo parte da pressão da conectividade para a disponibilidade energética. Nesse cenário, o acesso à energia renovável, à capacidade elétrica e às redes de transmissão começa a se tornar uma vantagem competitiva para os novos hubs digitais da América Latina.
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A disponibilidade de energia condicionará mais o crescimento digital do que a conectividade?
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Quais mercados regionais estão melhor posicionados em termos de acesso à energia renovável e capacidade instalada?
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Como a IA e os hyperscalers afetam a demanda regional por energia?
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A futura competição entre centros digitais será também uma competição por energia?
17:55-18.00: Encerramento editorial e desafios para 2027
18:00-19:30: Coquetel e Networking
















